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Posts Etiquetados ‘Empreendedorismo’

Governança de TI

Domingo, 23 Março, 2008 Alex Kobayashi 2 comentários

Governança de TI não é apenas uma sopa de letrinhas (ITIL, Cobit, ISO, PMI, SOX, CMMi, etc), vai muito além, capaz de ser o responsável para diferenciar as empresas entre: empresas de sucesso e empresas mediocres.

Ainda mais neste disputado mercado brasileiro, onde a todo momento nasce uma nova empresa, com uma nova idéia, e com novos empreendedores. Às vezes a idéia nem é tão nova, mas é melhor implementada, executada. Sobreviver a este mercado não é fácil, mas se destacar, liderar e lucrar muito, é muito mais difícil.

Uma boa Governança de TI, permite que a empresa se organize, além de permitir que os gestores obtenham informações essenciais para suas tomadas de decisões. É um fator crítico para o alinhamento e sucesso de sua estratégia.

“A governança de TI é de responsabilidade da alta administração (incluindo diretores e executivos), na liderança, nas estruturas organizacionais e nos processos que garantem que a TI da empresa sustente e estenda as estratégias e objetivos da organização.” – IT Governance Institute (2005).

 Mas não só é estratégico para a empresa ter uma boa governança de TI, mas também agora cada vez mais as empresas têm que atender a marcos reguladores. Por exemplo, as empresas de telecomunicações no Brasil devem atender a várias regulamentos da Anatel, os Bancos devem  atender as normas e resoluções do BACEN (Banco Central do Brasil).

Entretanto há dois regulamentos que vêm implicando muito na implantação da Governança de TI, o SOX ou SOA (Sarbanes-Oxley Act) e o Acordo da Basiléia II.

 O SOX ou SOA, é basicamente uma norma de transparência para as empresas de capital aberto nos EUA. Incentivados pelos escândalos financeiros de grandes companias abertas nos EUA, ele visa proteger os investidores do mercado de capitas da bolsa de valores americanos. Além de instituir penalidades contra crimes relacionados aos fraudes.

Já o Acordo da Basiléia II, foi estabelecido pelo Bank for International Settlements (BIS), que praticamente é o “Banco Central dos Banco Centrais”. O Acordo da Basiléia II estipula requisitos de capital minimo para as instiuições financeiras, em função dos seus riscos de crédito e operacionais.

E porque a TI está tão importante para estas normas e regulamentos? Apesar do foco principal ser a parte financeira, atualmente tudo é feito em cima de sistemas de TI, todo controle financeiro, todo os cálculos de riscos, análises de investimentos, são feitos através de softwares integrados. Assim a TI que deve garantir o funcionamento dos sistemas, a confiabilidade dos dados, e garantir que tudo esteja conforme as normas.

Você deve estar imaginando… “Muito interessante tudo isso, mas isso só se aplicaria em empresas que necessitem atender à estas normas.”. Eu diria que não só pra estas empresas. Muitas outras podem aumentar suas vantagens competitivas se implementarem uma Governança de TI. Como dito no início, auxilia no alinhamento estratégico da empresa, auxilia nas tomadas de decisões, ganhando mais agilidade que seus concorrentes. A empresa pode estar um passo a frente, com as informações que a TI pode gerar, a empresa poderá identificar antes qual a direção do mercado, se antever aos problemas externos que impactam seu mercado.

Mais uma vez eu digo, não é moda. Simplesmente elas se tornam normal pois quem não tiver que estará ultrapassado. Só temos que adaptá-la e implantá-la de acordo com nossas necessidades, antes que o mercado faça que nós sejamos apenas uma estatística.

Liderança

Sexta-Feira, 1 Fevereiro, 2008 Alex Kobayashi 3 comentários

Boa liderança é um dos maiores fatores de sucesso para uma empresa.

Grandes empresas, tem ou tiveram grandes líderes. Claro que cada um com sua característica. Mas poderíamos citar muitos exemplos, como Bill Gates (Microsoft), Steve Jobs (Apple), Jack Welch (GE), Michael Dell (Dell), etc. Poderíamos fazer uma gigantesca lista de grandes líderes de grandes empresas.

Mas uma coisa pode ter certeza, não existia só ele de líder. Eles criavam líderes dentro de suas empresas que talvez não aparecesse tanto na mídia, mas com certeza foram fundamentais para o sucesso de sua empresa.

Ser líder, formar líderes, é um desafio constante nas empresas. Na minha visão não existe uma fórmula determinada para ser um líder. Acredito que ser uma pessoa determinada, interessada, e principalmente ético e dedicado a realizar as coisas da melhor forma  e mais correta possível.

Li um texto muito interessante sobre liderança, e gostaria de compartilhá-la:

Muitos empresários experientes costumam dedicar boa parte de seu tempo e esforço na solução de questões macroeconômicas mas deixam passar alguns detalhes que, num primeiro momento, não parecem ser importantes, e que no dia a dia da empresa podem fazer toda a diferença. Foi o que aconteceu com o Sr. Antonio, que conseguiu ter uma nova visão sobre o seu negócio ao dialogar com um jovem assessor. Acostumado a desenvolver trabalhos de auditoria, o rapaz percebeu que o empresário estava preocupado com as exigências da burocracia fiscal e contábil, com prazos para pagamento de impostos, multas e outras questões pertinentes, descuidando-se do empreendimento.

- “Meu jovem, explique como eu e meus sócios, devemos proceder com a contabilidade e com tantos livros fiscais, para que não corramos o risco de cometer erros graves”, interpelou o executivo. Ao que o rapaz respondeu:

- “Sr. Antonio, a primeira lei que precisa ser urgentemente atendida é a lei fundamental do comércio que se baseia no seguinte: as receitas devem ser superiores às despesas. Sem isso, nada poderá dar certo.  Então, com o resultado positivo, o senhor poderá contratar profissionais capacitados e tudo fluirá normalmente”, disse o rapaz com entusiasmo.

E continuou: -  “Vou dar um exemplo: muitos portugueses que chegaram ao país e criaram empresas próprias, como as padarias, conseguiram obter ótimos resultados.  Isso porque eles sabiam administrar bem o seu negócio,  controlavam os custos na ponta do lápis, eram sempre agradáveis  com os clientes e mantinham bom relacionamento com os empregados e fornecedores. Agiam como verdadeiros líderes. Muitos tinham conteúdo e não necessitavam fazer uso da força para serem seguidos, pois sabiam aglutinar as pessoas em torno de um objetivo a ser alcançado, ajudando a crescer aos que lhes estavam próximos “.

O Sr. Antonio ficou pensando e percebeu claramente como eram simples e certas as palavras do jovem. Mas então não se conteve e fez nova pergunta:

- “E quanto à liderança?  Eu não sei mais o que fazer para liderar e motivar o meu pessoal. Pago os salários em dia e todos os elevados encargos sociais. Quando posso, dou um prêmio para os profissionais que se destacam, mas não posso fazer muito mais do que isso. Mesmo assim, muitos funcionários estão insatisfeitos e desinteressados pelo trabalho. Como devo agir?”.

O jovem ficou refletindo como poderia dar uma resposta satisfatória. Bem percebia que atualmente a questão da liderança ficou complicada devido à indolência. Hoje a desconfiança está solta e muitas pessoas não sabem mais o que significa a bondade, respeitando apenas o temor às represálias. São poucos os que sabem avaliar corretamente o caráter dos que lhes estão próximos, pois isso exige uma intuição forte e ativa.  Então, tudo se tumultua e muitos líderes passam a agir com prepotência, sugando as idéias, distribuindo apenas tarefas sem oferecer uma causa nobre aos seus colaboradores.

O líder do futuro deverá ter uma nova postura. Como ser humano, precisará desenvolver a correta visão espiritual da vida e o reconhecimento das leis primordiais da Criação. Com isso receberá a Força que energizará as suas ações que estarão voltadas para o benefício geral da humanidade, pois só a vibração que acompanha o funcionamento dessas leis propicia o desenvolvimento contínuo e o amadurecimento sadio para a permanente alegria e bem estar.

Feita essa breve reflexão, o jovem respondeu com firmeza:

- “É verdade Sr. Antonio, a situação atual é muito difícil, mas os bons sempre se encontram com os bons. É a lei da atração atuando. Esteja atento, faça uma boa seleção dos seus colaboradores, exponha a eles as dificuldades que todos estamos vivenciando nesta fase atribulada de mudanças aceleradas em todos os aspectos da vida e ponha-os a trabalhar. Os bons vão compreender. Tenha confiança e haja como o líder do futuro: seja nobre em suas atitudes e  paute-se segundo as leis da Criação. Assim se transformará no líder espiritualista”.    

E continuou:

-  “Por hoje lhe digo que tudo que está acontecendo em nossos dias nada mais  é do que a colheita do que se plantou. O que se cultiva, de bom ou de negativo, se colhe. Essa é uma das leis pouco examinadas, mas da qual ninguém escapa.  Isso daria uma conversa um pouco mais longa sobre o funcionamento das leis e como elas se entrelaçam com o destino humano. Espero que possamos falar sobre isso proximamente”, encerrou o jovem.

Planejamento

Quarta-feira, 9 Janeiro, 2008 Alex Kobayashi Deixe um comentário

O planejamento(português brasileiro) ou planeamento(português europeu) é um processo administrativo que visa determinar a direção a ser seguida para alcançar um resultado desejado (Lacombe (2003, p.162).O planejamento é uma ferramenta administrativa, que possibilita perceber a realidade, avaliar os caminhos, construir um referencial futuro, estruturando o tramite adequado e reavaliar todo o processo a que o planejamento se destina. Sendo, portanto, o lado racional da ação. Tratando-se de um processo de deliberação abstrato e explícito que escolhe e organiza ações, antecipando os resultados esperados. Esta deliberação busca alcançar, da melhor forma possível, alguns objetivos pré-definidos. Fonte: Wikipedia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Planejamento)

Como alcançar os objetivos, as metas, os sonhos?? Como chegar lá??

Planejar é estudar e definir qual o caminho e como iremos alcançar estes objetivos. O que fazer, como, quando, quem, onde e o porque, analisando sempre essas perguntas ou melhor as respostas à essas perguntas, ajudam muito a iniciar um bom planejamento. Muitas coisas devem ser avaliadas durante o planejamento. Desde o ambiente, o eco-sistema envolvido, as experiências passadas, até a análise de risco e as probabilidades de cada fim.

Tudo que for realizado sem planejamento é uma ação que não se sabe exatamente o resultado ou talvez dependa muito da sorte!

Portanto o planejamento é essencial para o sucesso de qualquer atividade… ou mais, o planejamento é essencial para a realização de um objetivo, de um sonho!!!

O PMI define um grupo de processos só para o planejamento que, dependendo do projeto, pode utilizar até 90% ou mais do tempo total do projeto. Em processos também não é diferente, você tem o ciclo PDCA sempre utilizado para a evolução dos processos: planejar, executar, controlar, agir.

Então vemos que o planejamento é importante desde a atividade mais simples, um processo, até a gestão de uma empresa, mas será que damos a devida importância a ela? Devemos estudar e pesquisar, para fazer um bom planejamento. Claro que não podemos esquecer de executá-la! E bem!

Um texto para ilustrar:

Por que planejar?
Edison Cunha *

Um grande número de dirigentes de empresas tem tentado, de forma agressiva, transformar suas organizações. O principal objetivo é melhorar a performance operacional, promovendo uma reestruturação dos modelos de gestão e investindo na capacitação do capital humano.

A realidade tem demonstrado que o esforço empreendido no nível estratégico de decisão nem sempre se propaga no nível tático. Se questionarmos os gerentes de uma empresa sobre o conteúdo que um planejamento estratégico deveria ter, provavelmente teríamos respostas bem diversas. Aqueles ligados à área financeira colocariam a necessidade de se criar indicadores financeiros para monitorar as operações. A área operacional centraria o foco sobre programas de melhoria da qualidade e produtividade, enquanto o marketing direcionaria seus esforços para focar o mercado.

Na verdade, cada qual estará abordando, de forma isolada, os aspectos que mais influenciam suas áreas de atuação. Entretanto, nenhum deles alinhou suas necessidades com a visão estratégica da direção, caminhando de forma dissociada com objetivos individualizados.

A forma de se fazer negócios está em constante mutação, mas nem sempre existe a percepção destas mudanças. Cabe aos líderes conduzir o processo de planejamento nas organizações para desenvolver um senso de direção sobre os rumos que se pretende dar aos negócios. A elaboração de um planejamento não segue uma fórmula universal única, nem um roteiro específico. Depende basicamente de se agregar informações relevantes sobre o mercado de atuação, suas tendências, prováveis cenários, riscos envolvidos e oportunidades, aliado a um conhecimento intrínseco sobre que competências que a empresa precisará desenvolver para competir neste mercado.

Há também as questões do cenário externo. Toda empresa lida de algum modo com a incerteza. Porém, normalmente, não é abordada de forma adequada na formulação da estratégia. É comum se planejar o futuro como uma projeção do passado acrescido de uma dose de previsibilidade. Via de regra, se subestima a probabilidade de mudanças radicais que podem alterar a vantagem competitiva de uma empresa. Os cenários empregados no planejamento estratégico relacionam-se a fatores macroeconômicos e políticos e objetivam antever incertezas importantes que podem alterar a forma de competir.

Enquanto isso, o cenário interno oferece uma outra fonte de informação importante está relacionada com as competências internas da organização, em particular pessoas, experiências, tecnologia. Qual será a resposta que a organização dará numa provável mudança de rumos? Neste caso, o conhecimento sobre as competências essenciais e os gaps existentes entre o modelo atual de gestão e o modelo futuro, dirão qual a necessidade de intervenção a ser efetuada para desenvolver as habilidades requeridas para competir no mercado.

As recompensas que advém de uma reflexão estratégica são inúmeras e as empresas que não se sentem preparadas para conduzir este processo, tem buscado apoio na consultoria para atuar como facilitadora, provedora de metodologias e integradora das idéias que fluem durante todo este exercício.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/por_que_planejar/13210/

Empreendedorismo

Sexta-Feira, 14 Dezembro, 2007 Alex Kobayashi 1 comentário

Para inaugurar o Blog vou postar uma pequena introdução sobre Empreendedorismo, que peguei em uma das ferramentas mais úteis que inventaram no mundo web… o Wikipédia.

Empreendedorismo designa os estudos relativos ao empreendedor, seu perfil, suas origens, seu sistema de atividades, seu universo de atuação.

Empreendedor é o termo utilizado para qualificar, ou especificar, principalmente, aquele indivíduo que detém uma forma especial, inovadora, de se dedicar às atividades de organização, administração, execução; principalmente na geração de riquezas, na transformação de conhecimentos e bens em novos produtos – mercadorias ou serviços; gerando um novo método com o seu próprio conhecimento. É o profissional inovador que modifica, com sua forma de agir, qualquer área do conhecimento humano. Também é utilizado – no cenário econômico – para designar o fundador de uma empresa ou entidade, aquele que construiu tudo à duras custas, criando o que ainda não existia.

 O empreendedor pode ser visionário, mas mais que isso, ele é a pessoa que faz as coisas acontecerem. Acredita no que está fazendo e vai em busca dos resultados, dos seus objetivos.

Para os empreendedores o impossível não existe!

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